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Frésias

por Muito Mais, em 11.07.10

 

fresias

 

A freesia, frésia ou junquilho é um gênero da família das Iridáceas, constituído de várias espécies de plantas bulbosas floríferas, originárias da África do Sul, cujos cachos de flores exalam perfume agradável, e que são largamente cultivadas nos jardins do mundo inteiro. Nos jardins, seu plantio é recomendado em bordadura de canteiros, mas o resultado só será compensador se houver boa incidência de luz no local.

As espécies apresentam muitas cores, geralmente fortes, que vão desde um azul puro, passam pelo púrpura e chegam ao branco. Reproduz-se por meio de bulbos perenes. Floresce nas regiões de clima frio a temperado, normalmente no final do inverno e prossegue na primavera.


Cultivo

Recomenda-se em locais ensolarados e com clima ameno, pois os cormos precisam de temperatura fria para iniciarem o processo de germinação. No plantio, o ideal é manter uma distância mínima de 5 a 10 cm entre um cormo e outro, que devem ser cobertos com terra solta.


Solo e umidade

O ideal é o solo solto, leve, rico em adubação orgânica e não saturado de água. Regar levemente uma vez por semana durante o primeiro mês.


Tempo de florescimento

Com boa incidência de luz e regas corretas, as folhas e pendões florais brotarão da metade para o final do inverno, independente da época do ano em que o bulbo foi plantado. O florescimento se prolonga horizontalmente, em todo o pendão floral.


Armazenamento dos cormos

Os cormos, quando dormentes, devem ser armazenados em local fresco e ventilado, para que sejam plantados de março a maio. Em cultivos do ano anterior, não é necessário extrair os cormos do solo, pois a dormência é interrompida naturalmente, voltando a florir na mesma época do ano, ou seja, no final do inverno.

 

Créditos: http://florista.com.pt/

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Como regar o seu jardim

por Muito Mais, em 28.01.09
Assim como para nós, a água desempenha um papel importantíssimo no desenvolvimento das plantas e por isso deve-se ter um cuidado especial na hora de regá-las. Existem plantas que necessitam de uma quantidade maior de água que outras, logo, se a rega não for bem planejada, a planta pode sofrer tanto pela falta quanto pelo excesso dela. Não existe uma regra geral para regarmos nossas plantas, no entanto, com algumas dicas e cuidados tudo se torna mais fácil.
O erro mais comum está relacionado com o horário da rega. Não é aconselhável aguar as plantas no período de sol forte, pois a perda de água por evaporação é bem maior nesse período e a planta não irá absorver a quantidade de água necessária para o resto do dia. O melhor horário é pela manhã, pois a planta irá passar o período de maior intensidade luminosa com o solo bem úmido e com reserva para o resto do dia. Agora que sabemos o horário, vamos observar o tipo de solo no qual nossas plantas se encontram, para daí pensar na questão quantitativa da rega.
No geral um solo com alta concentração de areia ou pedras tem uma maior drenagem e fica seco mais rapidamente, necessitando de mais água quando for regado. Já um solo com maior teor de argila e/ou matéria orgânica (folhas, cascas, serrapilheira, etc) tem um menor escoamento e permanece úmido por mais tempo, fazendo com que a rega seja menos intensa. Faça uma verificação com a mão ou algum objeto que absorva água e veja em qual desses dois tipos de solo o seu se encaixa.
O próximo passo é observar qual tipo de planta estamos aguando. De modo geral plantas de sombra têm uma menor necessidade de água, pois a perda por evaporação é bem menor do que plantas que estão expostas diretamente ao sol e se regadas com muita freqüência o excesso de água pode afogar as raízes e até causar a morte da mesma. Plantas suculentas com raízes em forma de bulbos também têm uma maior tolerância a falta d’água, pois a armazenam em folhas e raízes. Outro cuidado que se deve tomar é em relação a plantas em vasos. Quanto menor for o vaso, menor será a reserva de água, necessitando de uma freqüência bem maior de regas. De preferência, regue os menores até que a água saia pelo buraco de escoamento no fundo do vaso.
As regas de gramados devem ser feitas sempre em abundância, caso contrário, o gramado perde força e dá margem para que as ervas daninhas se desenvolvam, tornando-se uma rega maléfica. Ou seja, é melhor não regá-lo a regar insuficientemente.
Seguindo essas dicas e tomando os devidos cuidados, o seu jardim com certeza ficará bem mais saudável, bonito e resistente. Não esqueça que toda regra comporta exceções e que o principal é a sua interação com o jardim. Onde você vai adequando os regimes de regas de acordo com as necessidades de cada pedacinho dele.
 
Retirado do Site: http://pazagismo.blogspot.com/

 

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