Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



Publicidade



Cactos

por Muito Mais, em 19.06.10

cactos

Os cactos compõem uma das espécies mais conhecidas de plantas suculentas e caracterizam-se por sobreviver em condições extremas de seca, ao acumular àgua em seus caules, flores e raízes.

Os cactos tiveram sua primeira aparição na América, e logo depois se expandiu por todo o mundo.
A origem do nome: o termo cactos foi usado há cerca de 300 anos antes de Cristo pelo grego Teofrastus.

Cultivo de Cactos

Os cactos precisam de sol, ventilação e e pouquíssima humidade.
A exceção fica por conta dos mini cactos (aqueles que encontramos até em supermercados, em pequenos vasinhos) que, em geral, têm menos de três anos. Como são bem jovens, os mini-cactos apresentam uma resistência menor à exposição direta do sol. Desta forma, é melhor colocá-los em áreas arejadas, mas longe da luz solar direta.

Água e regas no cultivo de cactos

É o fatos mais importante para o sucesso no cultivo de cactos. A quantidade de água necessária para a manutenção dos cactos depende de outros tópicos como: (drenagem, temperatura, terra, entre outros), tornando difícil administrar as regas, porém é possível chegar em numa média, de acordo com os períodos do ano.

No verão, as espécies com mais de três anos devem ser regadas a cada 5 ou 6 dias; já os minicactos a cada 4 dias.
No inverno, os cactos mais velhos devem receber água a cada 12 dias e os jovens a cada 8 dias.
Toda a terra ao redor deverá ser molhada, porém, não encharcada.
Permita que a água seja absorvida antes de adicionar mais água.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)


Jardim Aromático

por Muito Mais, em 03.12.09

 Kits Cultivar em Casa Temperos estão à venda na Loja do Jardim - Clique aqui!

Jardim Aromático 



Alecrim

Diversas ervas aromáticas podem compôr um jardim útil e perfumado. Plantar ervas aromáticas podem trazer outros benefícios, além de aproveitar suas propriedades como temperos ou medicinais.

As ervas aromáticas oferecem as mais variadas formas e ainda produzem flores delicadas e bonitas. Muitas ervas aromáticas são de pequeno porte e tão fáceis de cultivar que podem ser plantadas até em pequenos vasos ou jardineiras, formando um belo conjunto ornamental.

Alecrim, alfavaca, camomila, cerefólio, melissa, erva-doce, hortelã, manjericão, sálvia ... são apenas alguns exemplos. Algumas ervas preferem crescer em local aberto e ensolarado, enquanto outras conseguem crescer bem até à meia-sombra. Por essa razão, é importante conhecer bem as exigências de cada uma delas.

Solo...

Tanto no jardim como em vasos, o solo ideal para o plantio de ervas aromticas deve ser leve, fofo, poroso, bem drenado e arejado, para favorecer a circulação do ar e da água - essenciais para o bom desenvolvimento das plantas. A adição de areia e matéria orgânica à terra comum do jardim, torna-se essencial para garantir essas condições. Para o plantio em vasos e jardineiras, recomenda-se a seguinte mistura:

1/3 de terra comum 
1/3 de adubo orgânico bem curtido 
1/3 de areia grossa lavada

Antes de encher o vaso ou jardineira com esta mistura, coloque no fundo uma camada de cascalho para garantir a drenagem.

Plantio...

Algumas ervas podem ser semeadas diretamente no local definitivo, outras devem ser semeadas em sementeiras, para a formação de mudas que serão transplantadas posteriormente. Na etapa do plantio, é importante escolher sementes de boa qualidade, com alto poder germinativo. Por essa razão, o ideal é adquirir as sementes em lojas especializadas.

Multiplicação...

Algumas ervas aromáticas podem ser multiplicadas por meio de estacas de caule ou divisão de touceira. Neste caso, observe sempre que a planta-mãe (da qual serão retiradas as estacas ou touceiras) deve ser sadia, robusta e livre de pragas ou doenças.

Regas...

Mudas de ervas aromáticas devem ser cuidadosamente regadas no início de seu desenvolvimento. De forma geral, deve-se evitar as regas escassas e as muito freqüentes. É prefer¡vel fazer regas fartas e esparsas, escolhendo o período da manhã ou o final da tarde para realizá-las. A drenagem é outro fator importante: terra encharcada pode ser fatal para as ervas.

Adubação...

A adubação orgânica é a mais indicada para este tipo de cultivo. Bem curtido, o composto orgânico fornece os nutrientes necessários às plantas e ainda melhora as condiçõees gerais do solo. O composto orgânico deve ser incorporado à terra cerca de um mês antes do plantio. Já a adubação química (à base de nitrogênio, fósforo e potássio - NPK) pode ser uma boa opção como complemento e manutenção. Neste caso, recomenda-se observar as exigências de cada planta e aplicar o produto seguindo rigorosamente as orientações do fabricante

Pragas e doenças...

Em geral, as ervas aromáticas são muito resistentes ao ataque de pragas e doenças, sendo que algumas são até boas repelentes de insetos. Entretanto, certas medidas são fundamentais na prevenção destes problemas:

* Usar sementes ou mudas de boa procedência; 
* Obedecer às exigências das plantas, garantindo-lhes os tratos culturais adequados; 
* Observar as condições de luminosidade e umidade essenciais para o bom desenvolvimento das plantas.

Pequenos insetos podem ser combatidos com a tradicional calda de fumo e lagartas podem ser catadas manualmente, facilmente atraídas com cascas de chuchu ou abóbora espalhadas à noite pelo canteiro ou perto das jardineiras. A calda bordalesa pode ser aplicada como medida preventiva contra o ataque de doenças.

Manter as plantas livres de folhas ou galhos secos, eliminar plantas daninhas ou concorrentes e afofar a terra periodicamente são tratos culturais simples, mas necessários para o sucesso no cultivo de ervas aromáticas.

Plantas para um jardim aromático:

Alecrim (Rosmarinus officinalis L.) - Planta pertencente à fam¡lia das Labiadas, muito fácil de ser cultivada em canteiros e vasos. O plantio por meio de sementes é muito demorado, por isso recomenda-se a multiplicação por mudas ou estacas de galho (medindo cerca de 15 a 20 cm). O alecrim se desenvolve bem em solos leves e bem drenados, mas o essencial para o seu desenvolvimento é receber sol direto em boa parte do dia. As regas devem ser escassas, sem encharcamento e, para garantir sua floração, recomenda-se abrigar a planta contra ventos fortes. A colheita dos ramos mais novos favorece a rebrota.
Dica para secagem: amarrar pequenos maços de alecrim e pendurar com ramos para baixo, em local sombreado e arejado.

Alfavaca (Ocimum basilicum L.) - Também pertencente à família das Labiadas, é uma planta de odor agradável que produz ponteiros floridos e muito ornamentais. Seu cultivo é muito simples em canteiros, vasos e jardineiras porém, é essencial que a planta receba luz solar direta na maior parte do dia. A propagação pode ser feita por meio de sementes ou mudas com boas raízes. A mistura de solo ideal para o plantio é composta de 2/3 de terra comum e 1/3 de adubo orgânico. Quanto às regas, devem ser freqüentes sem, contudo, deixar a terra encharcada, pois o excesso de umidade irá favorecer a proliferação de fungos. 
Dica de secagem: a alfavaca costuma perder parte de seu aroma depois de seca. Quando a finalidade for a secagem, o ideal é colher os ramos duas a três semanas antes da floração, amarrar em pequenos maços e pendurar com as folhas para baixo em local arejado e com pouca luminosidade.

Camomila (Matricaria chamomilla L.) Planta da família das Compostas, produz flores pequenas e delicadas, responsáveis pelas propriedades medicinais e aromáticas. Seu cultivo é mais indicado em vasos ou jardineiras colocados em local onde recebam muito sol direto. O solo deve ser fofo, poroso e com boa drenagem, sem excesso de adubação. Sua propagação se dá por meio de sementes ou estacas de galho (neste caso, o melhor período é a primavera). Durante as regas, recomenda-se cuidado para não encharcar demais a terra junto às raízes. As flores para secagem devem ser colhidas antes de se abrirem por completo, em dia de sol e tempo seco. 
Dica para secagem: Colocar os galhos floridos estendidos sobre um tecido de trama larga e deixar à sombra, em local arejado e fresco.

Melissa (Melissa officinalis L.) Pertencente à fam¡lia das Labiadas, a melissa apresenta propriedades aromáticas tanto nas sumidades floridas como nas folhas. Trata-se de uma planta perene cujas flores delicadas além de atraírem as abelhas ainda têm função ornamental. Seu plantio pode ser feito por meio de sementes, divisão de touceiras ou estaquia. A melissa necessita de muita luz solar, mas tolera bem locais parcialmente sombreados durante parte do dia. Solos profundos e ricos e matéria orgânica são os ideais para o seu cultivo. A colheita da melissa deve ser feita em dias secos. Como se trata de uma planta que possui tecidos frágeis, recomenda-se manipulá-la o menos possível. 
Dica de secagem: O processo de secagem pode ser o mesmo indicado para a camomila.

Hortelã (Mentha piperita L.) Outra representante da família das Labiadas. A hortelã apresenta aroma muito característico, resultado da concentração de sua essência - o mentol. O cultivo em jardins, vasos e jardineiras é muito simples e a propagação é feita por meio de mudas e estacas de galho, uma vez que a planta não produz sementes. A adubação do solo deve ser fraca, para que a planta não se desenvolva muito, prejudicando a concentração da essência. Outro cuidado: as mudas devem ser protegidas contra o excesso de sol, que pode queimar as folhas. Os ramos frescos de hortelã mantém seu aroma mais intenso, mas a planta pode ser submetida à secagem. 
Dica de secagem: Pendurar os galhos de hortelã com as folhas para baixo, em local sombreado, fresco e arejado.

Sálvia (Salvia officinalis L.) A sálvia também pertence à fam¡lia das Labiadas e é utilizada como erva aromática e medicinal há séculos. Existem variedades de sálvia com folhas largas e outras variedades com folhas estreitas, sendo que as de folhas largas são as mais aromáticas. As flores da sálvia, conforme a variedade, podem ser azuladas, violetas, rosadas ou brancas. A multiplicação se dá por meio de sementes ou estacas de galho. É possível melhores resultados no plantio em vasos do que em canteiros, quando o local é bem ensolarado. A planta adulta pede regas esparsas, sem encharcamento. A erva fresca mantém maior concentração do seu aroma. 
Dicas de secagem: Os ramos, floridos ou não, devem ser pendurados com as folhas para baixo, em local seco, arejado e à sombra. Para conservar os ramos secos, guardar em recipientes fechados.

 

Créditos:  Jardim de Flores

 

Onde encontrar: Kits Cultivar em Casa Temperos estão à venda na Loja do Jardim - Clique aqui!


 

Autoria e outros dados (tags, etc)


Muda de vaso ou transplante de vaso

por Muito Mais, em 27.03.09

Neste artigo vou descrever como é que devemos proceder a a muda (ou transplante) de um bonsai, apesar de ser um procedimento fácil, normalmente cria muitas duvidas e receios. Vou ver se consigo explicar tudo sem provocar mais duvidas :)

Material necessário:

  • O bonsai a mudar;)
  • Composto adequado para Bonsai.
  • Um vaso
  • Tesoura de poda ou mesmo uma serra no caso as raízes grossas
  • Tesouras Standard
  • Hormonas de enraizamento
  • Arames
  • Grelhas para colocar no furo de drenagem
  • Gancho para as raízes (Já existem a venda para o efeito)
  • espátula ou faca larga
  • Pauzinhos chineses ou outro para ajudar a inserção do composto
  • Pedaços de mangueira cortada para proteger as raízes
  • Alicate de corte para arame
  • Alicate de pontas
  • Pasta cicatrizante

Preparar antes de começar a fazer o transplante

  • Composto em quantidade suficientes para o transplante
  • Lavar o Vaso
  • Preparar as grelhas para os furos de drenagem
  • Preparar os arames de suporte das grelhas
  • Desinfectar as ferramentas de corte.
  • quanto mais rápido for o processo melhor.
ferramentas para a execução da muda de vasocomposto necessario para a execução da muda de vaso

Qual a melhor altura ?

Bem a altura para fazer o transplante é... quando a arvore começa a despertar, no fim do Inverno ou inicio de Primavera. Normalmente olho para os rebentos e quanto vejo que estão a aumentar de volume, é quando inicio os transplantes.
Quanto ao tempo, sim sim o tempo, o melhor tempo é quando o céu esta muitas nuvens com uma humidade relativa muito elevada, Claro que nem sempre isso acontece, mas normalmente nesta altura do ano não é difícil termos um dia assim.

Nota: Vou colocar dois transplantes, um Ulmus Parvifolia de pequeno porte (Aproximadamente 25 cm e uma romãzeira com um 60 a 70cm, logo grande porte), já que tinha as fotos da para ter uma ideia de dois casos iguais no método mas diferentes :)

 

Ulmus parvifolia agarado a pedra para a muda de vasoromazeira para a muda de vaso

Método

Para começar, a arvore deve estar com o composto mais para o seco do que húmido, pois desta forma é mais fácil de remover o composto das raízes
Com a ajuda de um alicate de corte de arame, cortamos (se existentes) os arames que ainda existem (de suporte ao vaso). Logo de seguida remove-se os arames e com a ajuda de um espátula, ou faca larga começamos a deformar a arvore como se de um bolo se trata-se, se a terra estiver seca ajuda pois desta forma reduz o tamanho no vaso.

 

Remoção do vaso no ulmusremoção da caixa de madeira na romazeira
analise das raizes do ulmus parvifoliaanalise das raizes da romazeira

Com algum cuidado removemos o bolo de raízes do vaso. Nesta altura podemos ver como estão as raízes.
Nesta altura já podemos humidificar as raízes pois devem estar secas e com o contacto com o ar sem o vaso elas podem secar com maior facilidade. É neste ponto que iniciamos a remoção do composto antigo com o gancho para o efeito

remoção do composto das raizes do ulmusremoção do composto das raizes da romazeira
corte das raízes do ulmus parvifoliaRaizes da romazeira sem composto ou terra

No caso de termos muitas raízes a fazer um novelo com a forma do vaso, é mais fácil estirar esse novelo e cortar logo essas raízes, pois não podemos esquecer que as raízes que são importante são as mais finas pois são essas que absorvem os nutrientes. Resumindo essa raízes não interessam.

logo após o corte do novelo de raízes começamos a remover o composto com o gancho e penteamos as raízes de forma a retiras o composto antigo.
Agora a pergunta do costume, devo retirar todo o composto antigo?
Bem, podem podemos mas eu costumo deixar uns 10 a 15% no centro do bolo de raízes, só porque as raízes no centro não necessitam de ser podadas e desta forma a arvore demora menos tempo a reiniciar a criação de raízes, pois tem composto que já esta estabilizado (este ponto ainda é mais importante nos pinheiros e juniperos)

Outra pergunta que costumam fazer: quanto devo cortar e como?
bem, depende das espécies no caso dos aceres corto sem problemas 2/3 das raízes. Nos tridentes até mais pois este recuperam muito bem. Quanto a como cortar ? Devemos podar as raízes com podamos os ramos isto é a massa raticular deve estar proporcional ao volume dos ramos, como se a sombra dos ramos definisse a área das raízes.

 

Também corto todas as raízes que de elevada espessura, para que estas desenvolvem novas raízes mais finas. Como e lógico devemos sempre borrifar com agua as raízes que estejam a fica secas pois este processo pode demorar algum tempo.
Por fim pego num pincel e pulverizo com hormonas de enraizamento as zonas onde as raízes eram de maior diâmetro.

analise das raizes do ulmuscolocação de pó de hormonas nas raizes do ulmus

É neste momento que preparo o vaso com o composto (claro que já coloquei as redes nos orifícios e os arames para a fixação do bonsai ao vaso, muito importante no inicio)

preparação do vaso para o ulmus parvifolia - rede para os furos de drenagempreparação do vaso para o ulmus parvifolia - arame para segurar as redes de drenagem
preparação do vaso para o ulmus parvifolia - colocação dos arames na rede e no vasopreparação do vaso para o ulmus parvifolia - colocação de arames para fixar o bonsai ao vaso
preparação do vaso para o ulmus parvifolia - rede de drenagem e arame de fixação do bonsai ao vaso concluidopreparação do vaso para o ulmus parvifolia - colocação do composto

Pego no vaso e coloco uma pequena camada de composto e faço um pequeno montinho na zona que vai ficar o centro das raízes.
Coloco o bonsai por cima do monte de forma a ter a certeza que não ficara zonas sem composto por baixo do nebari.. Depois pego nos arames e com um alicate de pontas e fixo o bonsai ao vaso, utilizo os bocados de mangueira para não ferir as raízes, esta operação é muito importante pois não podemos esquecer que enquanto as novas raízes não se desenvolverem o bonsai esta sempre em risco de sair do vaso, como por exemplo um rajada de vento mais forte. Claro que no caso dos bonsai mais pequenos este problema é menor no entanto não se pode facilitar. Normalmente passado 2/3 meses já não é necessário estes arames, em arvores que ainda não estão formadas utilizo essa pontas para esticar ramos (logicamente em arvores já formadas removo pura e simplesmente os arames).

colocação do bonsai no vaso vista frontalvaso para a romazeira com os arames de fixação
colocação do bonsai no vaso vista de trasfixação do bonsai com os arames de fixação ao vaso

Neste ponto temos a arvore já pronta para finalizar o processo de transplante, com um pauzinho chinês, ou como no meu caso um pauzinho de plástico ;) espetamos o composto para infiltrar o composto novo entre as raízes e repetimos este processo (composto novo, espetar, acamar o composto) até que todos os espaços de ar que possam existir no vaso sejam removidos. Esta operação pode demorar muito tempo, depende do tamanho do vaso.

colocação da terra ou composto no ulmuscolocação da terra ou composto na romazeira
infiltração do composto nas raizes do bonsai de ulmusinfiltração do composto nas raizes do bonsai de romazeira

O transplante esta acabado, neste momento é só regar abundantemente mas com algum cuidado, pois a terra e nova e solta. No meu caso costumo colocar bocados de musgo nas zonas onde os cortes foram mais drásticos de forma a reter um pouco mais de humidade e ajudar o arranque das raízes, seguro o musgo com um arame em U que espeto no musgo. Este processo também faz com que o musgo comece a fixar a terra no topo.

 

fim do processo da muda de vaso de bonsai de ulmus parvifoliafim do processo da muda de vaso de bonsai de romazeira

Fotos do trabalho acabado espero que gostem.

IMG_5097.JPGIMG_4983.JPG

Nota: no caso de arvores já formadas onde já não há raízes grossas a cortar e o bonsai ja esta completamente formado, corto o novelo de raízes como acima descrevi e corto uns gomos entre as raízes mais grossas em V, e depois só encho os V e 1 a 2 cm a todo o perímetro. Este processo só é aplicado em árvores que já estão prontas, estruturadas e que já só vamos controlar as folhas.

corte de raizes em gomos num acer palmatum adultoFim do processo de muda de vaso em bonsai Acer Palmatum

Bom trabalho...

 

Retirado do Site: http://www.bonsai.aveiro.co.pt/

Autoria e outros dados (tags, etc)


Jardins - Jardins em garrafas

por Muito Mais, em 14.02.09

Os garrafões e garrafas de vidro transparentes, de gargalo estreito e de diferentes tamanhos, são recipientes muito bonitos para alojar uma grande variedade de plantas que se dão bem em ambientes húmidos. Quando a abertura é estreita, tornam-se necessárias ferramentas especiais e uma certa habilidade manual. Para não sujar a superfície interior do vidro, todo o material de drenagem e a mistura para vasos devem ser introduzidos na garrafa através de um funil ou de um tubo de cartão. São ainda necessárias ferramentas especiais, delgadas e de cabo comprido, que podem ser compradas ou construídas, prendendo com arame os utensílios adequados a varetas finas, resistentes e flexíveis. Para preparar uma garrafa para plantas, cubra o fundo com uma camada de 2,5cm de espessura de material de drenagem constituído por alguns pedaços de carvão e pequenos seixos. Por cima deite outra camada, esta de 5 a 10cm de espessura de mistura própria, neste caso contendo bastante areia para facilitar a drenagem e não estimular o crescimento das plantas. Duas partes de terra, duas partes de areia grossa e uma parte de terriço ou turfa formarão uma combinação apropriada para a maioria das plantas. Por razões óbvias, escolha plantas pequenas, de crescimento lento, e em seguida planeie a sua disposição antes de as colocar na garrafa.

O melhor processo consiste em começar por plantar junto ao vidro, avançando em seguida para o centro. Antes de introduzir as plantas na garrafa, retire das raízes toda a terra que puder e apare-as, se necessário. Uma vez plantados todos os espécimes, pode deixar cair seixos ou pedacinhos de vidro ou madeira sobre a superfície da mistura, a fim de obter um melhor efeito decorativo. Regue as plantas por aspersão com um pulverizador (atenção à rega - a terra deve ficar húmida e não encharcada). Rolhe a garrafa e coloque-a num local onde receba luz (mas não demasiado intensa). Exceptuando a necessidade de ocasionalmente ventilar e podar, o arranjo não exige quaisquer outros cuidados durante muitos meses.

 

Como cortar garrafas

Como muitas pessoas me têm perguntado se existe algum método "caseiro" de como cortar garrafas ou mesmo garrafões, aqui vai uma sugestão, que eu já experimentei e que resultou :

Materiais : uma garrafa ou garrafão, óleo queimado, um pedaço de ferro.

O óleo queimado, podem arranjá-lo numa estação de serviço, onde se muda o óleo dos automóveis. O ferro, em qualquer prédio em construção. Serve um pedaço de ferro de mais ou menos 50cm e que é usado no cimento armado.

Encher a garrafa com o óleo até à altura em que se pretende cortar. Entretanto, coloquem o ferro sobre a chama do fogão a gás para aquecê-lo ao rubro. Quando estiver em brasa, introduzir o ferro no óleo. A garrafa partir-se-à de imediato. Se não resultar à primeira tentativa, repitam a operação.

Não esquecer de limpar bem o interior da garrafa com um bom dissolvente, para não ficarem vestígios do óleo. E devem limar as arestas com uma lixa grossa ou uma lima fina, para evitar possíveis cortes.

E boa sorte!!!

Autoria e outros dados (tags, etc)


Cuidados a ter em Fevereiro

por Muito Mais, em 09.02.09

O mês que antecede a chegada da Primavera exige cuidados acrescidos. Saiba o que deve fazer para ter plantas mais cuidadas

Semeie para dar cor
Este é um bom mês para as sementeiras de interior. Nas jardineiras das janelas pode instalar plantas que darão cor à fachada da casa.

Regue com precaução
Regue quando os substratos se encontrem secos no caso de cactos e aumente nas plantas que reiniciam a actividade e as que têm muitas flores.

Adubar sem químicos
Até ao próximo mês não aplique adubos químicos nas plantas de casa. No terraço pode aplicar adubo orgânico.

Não pode todas as plantas, apenas algumas
Se algumas plantas apresentam vegetação pobre, corte-as quase ao nível do substrato. Pode também podar a poinsetia ou flor de Natal.

Combata a seca
Se não tem plantas que tolerem a seca (cactos e suculentas), aumente a humidade nas dependências com aquecimento.

Se as suas plantas estão em...

    ... Interior quente
    Estacas, renovos e divisões dão-se bem. Renove a ficus elastica e divida cintas e tradescâncias (erva-da-fortuna). Coloque as plantas novas em zona quente para enraizarem bem.

    ...Interior fresco
    Elimine as raízes velhas e plante com substrato no os tubéculos de gloxinia, ciclamen ou begónias. A partir do fim do mês emitem rebentos.

    ... No terraço
    A cochonilha ataca uma série de plantas nesta época. Elimine-as à mão ou com um pano empapado em álcool.

    ... No pátio
    Renove o substrato superficial das plantas grandes e pesadas para beneficiarem de novos nutrientes.

Retirado do site: http://mulher.sapo.pt/jardins

Autoria e outros dados (tags, etc)


Recuperar Plantas

por Muito Mais, em 07.02.09

Às vezes, mesmo quem trata as planta com carinho pode se surpreender com algum vaso completamente seco, cheio de flores e folhas murchas. Geralmente isso acontece porque o solo ficou compacto e endurecido, impedindo a entrada da água. Nesse caso, é necessário tomar providências urgentes para evitar que a planta morra.

Com um garfo, tente quebrar o torrão sem danificar as raízes. Em seguida, mergulhe inteiramente o vaso num balde de água, deixando apenas as folhas para fora. Borrife a folhagem com água e mantenha o recipiente submerso até pararem de subir bolhas de ar.

Então, retire a planta do balde e deixe o excesso de água escorrer pelo furo de drenagem.

Aproveite a terra húmida e revolva mais profundamente o solo. Se der, substitua a camada superficial por um substrato novo. .Se após algumas semanas a planta tornar a ficar murcha e ressentida, o único jeito é substituir inteiramente o substrato por uma terra nova, bem solta e rica em nutrientes.

Fonte: Casa Claudia

Autoria e outros dados (tags, etc)


Bonsai - Estilo Sekijoju

por Muito Mais, em 30.01.09

 

Este estilo é verificado em beira de rios e locais onde as rochas vão sendo desgastadas e deixando as raízes expostas que vão se desenvolvendo sobre as mesmas. As raízes são aparentes como no neagari, mas nesse caso abraçam firmemente uma pedra ou pedaço de rocha antes de penetrar no solo.É importante neste estilo que as raízes estejam bastante firmes na rocha e de forma natural. A árvore por si pode ter qualquer estilo, embora fique menos agradável o Estilo Vassoura (Hokidashi) e o Ereto formal (Chokkan).

Autoria e outros dados (tags, etc)


Bonsai - Estilo Neagari

por Muito Mais, em 28.01.09

 

O Bonsai neagari possui raízes grossas aparentes , que sustentam o tronco acima do solo. Este estilo é característico do bonsai chinês, pois é muitas vezes utilizado pelos chineses.

Representa-se uma planta com o seu sistema radicular atacado pela erosão de solo, expondo a parte mais grossa das raízes e dando a impressão de que elas fazem parte do tronco .

Autoria e outros dados (tags, etc)


Como regar o seu jardim

por Muito Mais, em 28.01.09
Assim como para nós, a água desempenha um papel importantíssimo no desenvolvimento das plantas e por isso deve-se ter um cuidado especial na hora de regá-las. Existem plantas que necessitam de uma quantidade maior de água que outras, logo, se a rega não for bem planejada, a planta pode sofrer tanto pela falta quanto pelo excesso dela. Não existe uma regra geral para regarmos nossas plantas, no entanto, com algumas dicas e cuidados tudo se torna mais fácil.
O erro mais comum está relacionado com o horário da rega. Não é aconselhável aguar as plantas no período de sol forte, pois a perda de água por evaporação é bem maior nesse período e a planta não irá absorver a quantidade de água necessária para o resto do dia. O melhor horário é pela manhã, pois a planta irá passar o período de maior intensidade luminosa com o solo bem úmido e com reserva para o resto do dia. Agora que sabemos o horário, vamos observar o tipo de solo no qual nossas plantas se encontram, para daí pensar na questão quantitativa da rega.
No geral um solo com alta concentração de areia ou pedras tem uma maior drenagem e fica seco mais rapidamente, necessitando de mais água quando for regado. Já um solo com maior teor de argila e/ou matéria orgânica (folhas, cascas, serrapilheira, etc) tem um menor escoamento e permanece úmido por mais tempo, fazendo com que a rega seja menos intensa. Faça uma verificação com a mão ou algum objeto que absorva água e veja em qual desses dois tipos de solo o seu se encaixa.
O próximo passo é observar qual tipo de planta estamos aguando. De modo geral plantas de sombra têm uma menor necessidade de água, pois a perda por evaporação é bem menor do que plantas que estão expostas diretamente ao sol e se regadas com muita freqüência o excesso de água pode afogar as raízes e até causar a morte da mesma. Plantas suculentas com raízes em forma de bulbos também têm uma maior tolerância a falta d’água, pois a armazenam em folhas e raízes. Outro cuidado que se deve tomar é em relação a plantas em vasos. Quanto menor for o vaso, menor será a reserva de água, necessitando de uma freqüência bem maior de regas. De preferência, regue os menores até que a água saia pelo buraco de escoamento no fundo do vaso.
As regas de gramados devem ser feitas sempre em abundância, caso contrário, o gramado perde força e dá margem para que as ervas daninhas se desenvolvam, tornando-se uma rega maléfica. Ou seja, é melhor não regá-lo a regar insuficientemente.
Seguindo essas dicas e tomando os devidos cuidados, o seu jardim com certeza ficará bem mais saudável, bonito e resistente. Não esqueça que toda regra comporta exceções e que o principal é a sua interação com o jardim. Onde você vai adequando os regimes de regas de acordo com as necessidades de cada pedacinho dele.
 
Retirado do Site: http://pazagismo.blogspot.com/

 

Autoria e outros dados (tags, etc)


Bonsai - a arte do cultivo

por Muito Mais, em 22.01.09

1. "Bon" significa bandeja ou recipiente; "sai" é um substantivo cujo significado é crescer, e a palavra bonsai expressa o cultivar uma árvore em um vaso. A ênfase desta palavra reside no duplo ato de viver e crescer. Por isso, para ser considerada um bonsai, a planta precisa representar a árvore como ela é na natureza.

 

2. O Bonsai teve seu início na China, por volta do século. III A.C., mas foram os japoneses que aprimoraram a técnica, incluindo-a em sua cultura como arte e objeto de culto e meditação. Assim, deve ser realmente uma árvore em miniatura, de qualquer espécie, produzindo flores e frutos normalmente como a de tamanho natural. Não há árvore de Bonsai, mas árvores que se transformam pelo processo de Bonsai. Na prática, é a arte de selecionar e transformar árvores que tenham potencial para se assemelhar a uma réplica na natureza.

3. Apesar de seu tamanho reduzido, a árvore mantém sua saúde e características naturais produzindo flores e frutos normalmente. A princípio qualquer árvore pode ser utilizada para confecção de Bonsai, devendo-se procurar um conjunto estético e harmonioso. Algumas árvores já possuem a tendência natural para se transformar num Bonsai, outras devem ser mais trabalhadas através de modelagem, podas, etc..., onde a habilidade e criatividade são freqüentemente colocadas à prova, respeitando-se os limites da natureza.


4. Um dos pontos fundamentais para a manutenção do Bonsai refere-se à escolha do local onde será mantida a planta. De uma maneira geral, o Bonsai deve ser cultivado ao ar livre, ou seja, exposto as variações climáticas tais como: chuva, vento, frio, sol, etc., de acordo com as necessidades específicas de cada planta. O ideal é que permaneçam em um ambiente aberto (jardim, varanda ou sacada) com sol direto pelo menos na parte da manhã, podendo até permanecer em ambientes fechados por curtos períodos de tempo (no máximo 03 dias) evitando sobremaneira ambientes artificiais (ar condicionado e aquecedor). A tendência que os galhos e folhas têm de crescer em direção ao sol poderá provocar desequilíbrio na forma; evite-o fazendo uma rotação periódica nos vasos, procurando não mudá-los de local.


5. Regar um bonsai é molhar toda a terra que está dentro do vaso. Coloque água potável por cima da terra em toda a superfície até que a água comece a sair por baixo nos orifícios do vaso. No calor pode-se molhar também a copa e galhos. Mas atenção: em geral, as árvores não gostam de muita umidade na terra. Por isso, deve-se regar os bonsai somente quando a terra do vaso estiver quase seca. Bonsai em vasos pequenos (até 30cm de comprimento), devem ser regados todos os dias quando a umidade do ar estiver baixa e a temperatura acima de 20oC. Abaixo desta temperatura regar dia sim dia não.


6. As plantas alimentam-se dos sais nutritivos que extraem do solo. Como os bonsai vivem em vasos pequenos, a árvore poderá consumir todos os nutrientes da terra depois de algum tempo. Deve-se repor estes nutrientes através de adubos. É preciso adubar principalmente nas épocas de grande crescimento das plantas. É muito melhor adubar em pequenas quantidades mas com maior freqüência do que fazê-lo esporadicamente em grandes quantidades.


7. As raízes de todas as árvores crescem para encontrar água que precisam para viver. Assim sendo, quando uma árvore cresce num vaso, as raízes crescem até ocupar a totalidade desse espaço limitado, ao mesmo tempo em que a terra vai se esgotando e perdendo a faculdade de proporcionar os nutrientes que a árvore necessita. A freqüência de transplantação ou troca de terra varia segundo a espécie e idade do bonsai, o que pode variar muito, desde as frutíferas que, regra geral, devem ser transplantadas anualmente, até os pinheiros que podem ser transplantados a cada 5 ou 7 anos.


8. Para dar forma ao seu bonsai, deixe a copa sempre bem podada. Com exceção dos pinheiros e coníferas não existem grandes complicações em cortar os ramos, que normalmente crescem muito, principalmente na primavera. Visualize a forma de uma "mini árvore" e não tenha medo de podar. A poda, que deve ser feita com uma tesoura bem afiada, estimula novas brotações, preenchendo a copa e deixando-a mais bonita.

9. Os bonsai podem ser classificados em: Minibonsai - medindo entre 5 e 15 cm, Bonsai clássico - medindo entre 15 e 60cm e Bonsai grande - medindo entre 60 e 120cm ou mais. Estas dimensões são tomadas verticalmente desde o extremo superior da árvore até a base do tronco, sem incluir o vaso.

10. Na arte do bonsai existem inúmeras técnicas relacionadas ao seu cultivo, técnicas para obtenção das mudas, para o plantio, modelagem e manutenção. Esta complexidade na arte de cultivar plantas em vasos não deve em momento algum desestimular os iniciantes que têm interesse em aprender, muito pelo contrário, deverá despertar a necessidade em manter um contato mais íntimo com a natureza. Com o passar do tempo o novo bonsaísta aprenderá que não será preciso possuir um alto nível de conhecimento técnico-científico, mas sim desenvolver o principal: o amor pelas plantas e o respeito pela natureza como um todo.

Autoria e outros dados (tags, etc)




Arquivo

  1. 2012
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2011
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2010
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2009
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D





Mais sobre mim

foto do autor