Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



Publicidade



Plantas na decoração de interiores

por Muito Mais, em 20.08.09

Uma vez que o ar no interior das casas a aprtamentos não é muito saudável-já que somos atingidos por inúmeras substâncias químicas provocados pela existência de carpetes, pinturas, móveis, aparelhos eletrónicos-a introdução de plantas nesses espaços irá ajudar a melhorar a qualidade do ar.  Para além de que a jardinagem e o próprio contemplar a beleza das plantas são actividades relaxantes que aliviam o stress da vida urbana.

 

Dieffenbachia: É uma grande planta com o caule espesso que cresce muito. As folhas largas também têm as cores brancas e amarelo. Esta planta necessita de estar protegida, e nada melhor que a pôr ao pé duma janela virada para Oeste. Requer a rega apenas quando está seca.


Dracena: Esta planta de caule espesso produz folhas largas verdes, que crescem para cima e depois para baixo. Esta planta se parece a uma planta de milho. Qualquer iluminação serve, os únicos cuidados a ter é regar.

 

Ficus lyrata: Esta planta de caule intrincado produz folhas grandes brilhantes em forma de violino. Não tenhas medo de cortar esta árvore de interior antes que te chegue ao tecto. Qualquer iluminação serve. Rega-a apenas quando ela está quase seca.

 

Filodendros de folha em forma de coração: Esta planta produz folhas verdes escuras em forma de coração. O filodendro adapta-se a todas as iluminações excepto à exposição directa com o sol e requer que seja regada ocasionalmente, mas também apenas quando está quase seca. Podemos fazer os caules subirem com a ajuda dum suporte.

 

Línguas de tigre: Esta planta produz folhas largas e pontiagudas muito erguidas de tons d cinzento ou amarelo. Estas saem directamente do solo quando a terra está muito seca, porque é uma planta originária dos países áridos.

 

Sugestão: Tempere a água antes de regar.  Suas plantas de interior vão agradecer-lhe!
À noite ou nos dias de muito frio, quando abre a torneira e coloca as mãos debaixo do jorro de água, nos primeiros segundos esta queimará devido à baixa temperatura a que se encontra. Para que as suas espécies não sofram um colapso ao regar, deixe a água no regador durante algumas horas até esta alcançar a temperatura ambiente ou misture com água quente. Só depois deverá regar.

 

    

 

Inforamação retirada dos sites: Casa Decoração, I-Decoração

Autoria e outros dados (tags, etc)


Regar com eficiêcia - Parte 3

por Muito Mais, em 20.05.09

8 - Antes de chegar o Verão e as suas ondas de calor e seca, determine  se quer continuar a regar a relva ou se pretende deixa-la entrar em dormência.


9. A altura das férias traz ao jardineiro grande preocupacão. A soluçaõ é extremamente simples, peça a um amigo ou vizinho para cuidar das suas flores durante a sua ausência.


10- Teste as suas plantas levando ao limite o período de ausencia de rega, de forma consciente. Atenção que isto não significa negligenciá-las, mas sim permitir que sequem convenientemente antes de voltarem a ser regadas. Em períodos de chuva, já sabe que não se precisa de preocupar com regas.


Fonte: Campo & Jardim nº 9

Autoria e outros dados (tags, etc)


Regar com eficiêcia - Parte 2

por Muito Mais, em 12.05.09

4 - Qualquer jardim recentemente criado, leva tempo a estabelecer-se. Logo, durante o início o número de regas terá  de ser superior. Em alturas de calor as plantas também precisam de mais água do que o normal. A adaptação das plantas ao solo poderá demorar vários meses, pelo que convém o jardineiro estar atento ás suas necessidades que vão depender da temperatura e épocas do ano a que estão sujeitas.


5 - Caso regue as plantas manualmente, utilize um disjuntor no final da  mangueira, para que o fluxo de água seja menor, o que reduzirá o consumo hídrico e proporcionará um contacto mais suave entre a a água e a base das plantas. Um jardim de dimensões normais, regado à mangueira  gasta cerca de 15 litros de água por minuto. Aconselhamos o reaproveitamento das águas da chuva através de reservatórios espalhados pelo terreno, que durante o Inverno vão armazenando as águas das chuvas proporcionando a água das regas para o restante ano. Outra solução que também aconselhamos á a adopção de um sistema de rega gota-a-gota, que mantém o seu solo sempre nutrido de forma económica.


6 - Deve conhecer bem as características do seu solo. Isso evitará encharcamentos justificados pelas irrigações excessivas em solos de reduzida capacidade de absorção.

 

7 - Se tiver um sistema de rega automático assegure-se que o mesmo tem um sensor  que cancela regas em períodos de chuva. Anualmente faça uma avaliação ao mesmo para se assegurar que não está a provocar desperdícios hídricos, regando, por exemplo, zonas de pavimento.

Autoria e outros dados (tags, etc)


Regar com eficiêcia - Parte 1

por Muito Mais, em 07.05.09

1 - Tenha sempre em atenção o harário em que vai efectuar  a rega . Aconcelha-se que o faça sempre entre as dez da naoie e oito da manhã. Sendo este o periodo no qual ao dia é mais fresco, o que vai fazer com que a evaporação da rega seja menor e que op solo aborva instantaneamente a água.


2- Regue minuciosamente cada espaço, mas com menor frequencia possivel. Analise bem cada planta do seu jardim, conheça as suas exigencias nutritivas, e a sua tolerancia ao sol e  depois regues-as consuante as suas necessidades. Verifique sempre se algumas especies num canteiro variado apresentam desidratação e regue mais essas zonas.Se utilizar rega de mangueira, ou em espaços de menor dimensão um regador, verá que poupa água e pode oferecer a cada planta o tratamento ideal, pois o excesso ou escassez de água podem comprometer o seu jardim. Na relva deve ter mais cuiodado com as regas.


3- Em média, zonas de pequenos arbustos requerem cerca de 15 lt de água por semana, espaços com  arbustos d maior porte precisam de cerca de 30 lt de água por semana, as ´rvores cinco litros por  diametro, canteiros de flores necessitam de 15lt por semana. àreas relvadas exigem regas mais frequentes. Caso opte por um sistema de rega automático, tenha sempre em conta as diferentes zonas do seu jardim, para não acontecer encharcamentos.


Fonte: Campo & Jardim nº 9

Autoria e outros dados (tags, etc)


Como regar o seu jardim

por Muito Mais, em 28.01.09
Assim como para nós, a água desempenha um papel importantíssimo no desenvolvimento das plantas e por isso deve-se ter um cuidado especial na hora de regá-las. Existem plantas que necessitam de uma quantidade maior de água que outras, logo, se a rega não for bem planejada, a planta pode sofrer tanto pela falta quanto pelo excesso dela. Não existe uma regra geral para regarmos nossas plantas, no entanto, com algumas dicas e cuidados tudo se torna mais fácil.
O erro mais comum está relacionado com o horário da rega. Não é aconselhável aguar as plantas no período de sol forte, pois a perda de água por evaporação é bem maior nesse período e a planta não irá absorver a quantidade de água necessária para o resto do dia. O melhor horário é pela manhã, pois a planta irá passar o período de maior intensidade luminosa com o solo bem úmido e com reserva para o resto do dia. Agora que sabemos o horário, vamos observar o tipo de solo no qual nossas plantas se encontram, para daí pensar na questão quantitativa da rega.
No geral um solo com alta concentração de areia ou pedras tem uma maior drenagem e fica seco mais rapidamente, necessitando de mais água quando for regado. Já um solo com maior teor de argila e/ou matéria orgânica (folhas, cascas, serrapilheira, etc) tem um menor escoamento e permanece úmido por mais tempo, fazendo com que a rega seja menos intensa. Faça uma verificação com a mão ou algum objeto que absorva água e veja em qual desses dois tipos de solo o seu se encaixa.
O próximo passo é observar qual tipo de planta estamos aguando. De modo geral plantas de sombra têm uma menor necessidade de água, pois a perda por evaporação é bem menor do que plantas que estão expostas diretamente ao sol e se regadas com muita freqüência o excesso de água pode afogar as raízes e até causar a morte da mesma. Plantas suculentas com raízes em forma de bulbos também têm uma maior tolerância a falta d’água, pois a armazenam em folhas e raízes. Outro cuidado que se deve tomar é em relação a plantas em vasos. Quanto menor for o vaso, menor será a reserva de água, necessitando de uma freqüência bem maior de regas. De preferência, regue os menores até que a água saia pelo buraco de escoamento no fundo do vaso.
As regas de gramados devem ser feitas sempre em abundância, caso contrário, o gramado perde força e dá margem para que as ervas daninhas se desenvolvam, tornando-se uma rega maléfica. Ou seja, é melhor não regá-lo a regar insuficientemente.
Seguindo essas dicas e tomando os devidos cuidados, o seu jardim com certeza ficará bem mais saudável, bonito e resistente. Não esqueça que toda regra comporta exceções e que o principal é a sua interação com o jardim. Onde você vai adequando os regimes de regas de acordo com as necessidades de cada pedacinho dele.
 
Retirado do Site: http://pazagismo.blogspot.com/

 

Autoria e outros dados (tags, etc)




Arquivo

  1. 2012
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2011
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2010
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2009
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D





Mais sobre mim

foto do autor