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Jardins do Mundo - 2

por Muito Mais, em 05.02.09

 

 

 

 

 

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Margaridas Dobradas

por Muito Mais, em 04.02.09

Nome científico: Bellis perennis L.

Nome comum: Margarida

Nomes populares: Margarida dos Prados, Margaridas, Bonina, Margarita, Margarida-Vulgar, Margarida-Menor, Margarida-Comum.

Família: Asteraceae

Origem: Europa

Habitat: Prados, jardins, caminhos.

História: A Margarida é uma espécie muito expandida pela Europa e Ásia, onde para além de ser utilizada como planta decorativa é também utilizada para fins medicinais. Ao longo dos anos utilizou-se para curar doenças respiratórias. O botânico Gerarde, afirmou em 1597, que as margaridas diminuíam as dores relacionadas com as articulações e a gota. O nome Bellis perennis, provém do latim bellis que significa bonito.

Descrição: Planta herbácea, perene que se cultiva como bienal. Os caules são redondos, de cor verde claro. As suas folhas são de cor verde e saem em forma de roseta, são ovadas e de grande tamanho. Podem atingir alturas até 20 cm e as flores atingem até 6 cm de diâmetro. As flores de Margaridas ou Boninas são hermafroditas , têm a forma de pequenos tubos amarelos, dispostos em capítulo, com lígulas à sua volta (pétalas) brancas. As suas sementes são ovadas (cipsela) e pubescentes (com penugem). As flores são brancas e simples e abrem-se por cima dos pendúnculos, de 10 a 15 cm, que partem de uma roseta basal.

Sementeira: Em local definitivo entre Maio e Junho ou em estufa ou estufim entre Março e Maio. Devem ser semeadas com algum espaçamento para evitar a sobreposição das folhas umas em cima das outras e desta forma promover o arejamento para evitar podridões.

Temperatura: As Margaridas dos Prados preferem temperaturas baixas, dos 5Cº aos 7 Cº, mas estão bem adaptadas ao clima temperado ou mediterrâneo. Não resistem a geadas. 

Transplantação: Primavera/Verão

Luz: Sol directo, meia sombra.

Solos: Planta que se aadapta bem a qualquer tipo de solo. Prefere um solo rico em húmus, fresco, bem drenado.

Rega: Regular, evitar solos encharcados e evitar molhar asmedicinais, folhas.

Adubação: Na fase de início do crescimento e na floração

Floração: Desde o fim do inverno até ao fim do verão

Pragas e doenças: Nematodos, tripes, mosca branca, ferugem, Botrytis cinerea ( podridão), principalmente nas folhas.

Multiplicação: Semente ou divisão dos estolhos.

Colheita: Colher as flores de Margarida dos Prados quando necessário, para decoração ou arranjos. Para fins medicinais devem ser colhidas na altura da floração. A colheita das flores velhas e secas prolonga a floração.

Utilização: Vasos, canteiros, floreiras.

 Aplicações medicinais: Abscessos, asma, bronquite crónica, catarros das vias respiratórias, dores nas articulações e de gota, edemas, esgotamento nervoso, febre, feridas secundárias, furúnculos, gota, gripe, inflamação (boca, faringe, garganta), olhos doloridos ou lacrimejantes, reduzir as perturbações ligadas a desarranjos intestinais, erupções cutâneas, resfriados, reumatismo, tosse.

Partes utilizadas: Folhas, caules e flores.

Propriedades: Anti-inflamatória, , adstringente, fortificante, calmante, anti-tussíco, depurativa, diurética, emoliente, expectorante, hemostática, sudorífico, cicatrizante.

Componentes : Ácidos orgânicos, antocianosídeos, beta-sitosterol, óleos essenciais, pigmentos, princípios amargos, resina, saponosídeos (bellisaponosídeo, virgaureasaponosídeo), saponinas, substâncias mucilaginosas, taninos.

Contra-indicações/cuidados: Contra-indicado para pessoas com gastrite e úlcera gastroduodenal.

Receitas medicinais:

- compressas das folhas e/ou capítulos florais amassados, aplicadas no lugar da dor;
- infusão de 15g de capítulos florais secos e/ou folhas em 500 ml de água, por vinte minutos ou macerado a frio. Tomar de 2 a 4 chávenas por dia;
- infusão de 20 g de flores em 1 litro de água fervente. Tomar 1 a 2 chávenas ao dia;
- infusão para uso externo de 50 gramas de flores e folhas em 1 litro de água a ferver. Fazer gargarejos, lavagens, compressas, banhos anti-inflamatórios para tumores, úlceras e feridas.

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Jardins do Mundo - 1

por Muito Mais, em 04.02.09

 

 

 

 

 

 

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Atrair as Aves

por Muito Mais, em 22.01.09

Atrair as aves para o seu espaço verde, assegurará a presença de inimigos naturais para algumas pragas.

As aves alimentam-se de insectos, sementes e bagas é importante ter algumas plantas que atraiam insectos e/ou produzam muitas sementes e bagas. As árvores e os arbustos espontâneos em Portugal, abrigam um grande número de insectos e larvas. Em jardins de grandes dimensões podemos ter os sabugueiros e salgueiros, nos jardins de reduzida dimensão bétulas, macieiras selvagens e sorveiras. As plantas de sementes grandes como o girassol são particularmente apreciadas pelos verdelhões e pintassilgos aves com um canto agradável.

No Outono a maioria dos pássaros alimenta-se de bagas. Plante no seu jardim pirliteiros, madressilva, heras, azevinhos, amieiros, folhados e sobretudo sabugueiros, todas estas plantas são espontâneas em Portugal.

É importante ajudar estas aves a passar o Inverno, construindo abrigos de forma a que fixem domicilio no seu jardim. Em troca no Verão, ajudá-lo-ão a livrar-se dos pulgões, das lesmas, e de muitas outras pragas.

A partir de Novembro comece a dar-lhes quantidades moderadas de alimento duas vezes por dia. Construa comedouros, ninheiros e  abrigos durante o Inverno as aves vão retribuir eliminando os insectos e pragas durante os períodos mais quentes

Se pretende que as aves ataquem as pragas, não as alimente durante muito tempo, apenas até Março, se forem alimentadas no Inverno passarão melhor esta estação.

ATENÇÃO: Se começar a alimentar as aves, deve continuar, elas tornam-se dependentes.

Pardal Comum

Pardal Comum - comem insectos e sementes.

Verdelhão

Verdelhão - comem sementes sobretudo a do girassol.

Pisco de peito ruivo

Pisco-de-peito-ruivo - comem insectos, sementes, aranhas e bagas.

Melro

Melro - comem minhocas e bagas

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