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Dália

por Muito Mais, em 01.07.10

Dahlia_pompom
Dahlia pompom

Dahlia, nome comum dália, é um género botânico pertencente à família Asteraceae. É uma herbácea de porte médio, perene. Quando adulta, a planta chega a atingir até 1,50 m.

É originária do México, onde é muito popular. Os índios daquela região foram os primeiros a cultivar dálias, ainda no período do império Asteca. Por volta do final do século XVIII, o diretor do Jardim Botânico de Madri encantou-se com a flor, durante uma visita ao México. Foi o suficiente para que a dália atravessasse o oceano e chegasse à Europa, onde se adaptou muito bem ao clima temperado.

Foi o botânico sueco A. Dahl, responsável pela expansão das dálias pela região nórdica da Europa, que inspirou o nome da flor. Os holandeses e os franceses foram os maiores incentivadores do cultivo e da produção de inúmeras espécies híbridas de dálias. Foi a imigração holandesa que contribuiu muito para a propagação desta flor no Brasil.

Hoje, graças ao surgimento de vários híbridos, podemos encontrar diversos tipos de dálias, o que resulta numa grande variedade de formas (pompom, bola, decorativa, etc.) e cores (branca, alaranjada, vermelha, amarela, pink). São mais de três mil variedades resultantes de cruzamentos com outras espécies, como os crisântemos, por exemplo.

Dahlia Moonfire
Dahlia Moonfire

  • Reprodução: por meio de sementes, estaquia das pontas dos ramos ou divisão das raízes tuberosas; sendo que esta última permite a propagação de um exemplar com características idênticas às da planta-mãe.
  • Substrato ideal para o plantio: 2 partes de terra comum, 2 partes de terra vegetal e 1 parte de areia
  • Clima ideal: ameno
  • Luminosidade: Em locais de clima frio, precisa de no mínimo 4 horas de sol pleno; já em clima quente, recomenda-se o cultivo à meia-sombra
  • Regas: manter o solo sempre úmido, sem encharcar
  • Floração: produz flores isoladas na primavera e no verão, em várias cores
  • Cuidados: necessita de proteção contra ventos e adubação orgânica a cada três meses

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Cactos

por Muito Mais, em 19.06.10

cactos

Os cactos compõem uma das espécies mais conhecidas de plantas suculentas e caracterizam-se por sobreviver em condições extremas de seca, ao acumular àgua em seus caules, flores e raízes.

Os cactos tiveram sua primeira aparição na América, e logo depois se expandiu por todo o mundo.
A origem do nome: o termo cactos foi usado há cerca de 300 anos antes de Cristo pelo grego Teofrastus.

Cultivo de Cactos

Os cactos precisam de sol, ventilação e e pouquíssima humidade.
A exceção fica por conta dos mini cactos (aqueles que encontramos até em supermercados, em pequenos vasinhos) que, em geral, têm menos de três anos. Como são bem jovens, os mini-cactos apresentam uma resistência menor à exposição direta do sol. Desta forma, é melhor colocá-los em áreas arejadas, mas longe da luz solar direta.

Água e regas no cultivo de cactos

É o fatos mais importante para o sucesso no cultivo de cactos. A quantidade de água necessária para a manutenção dos cactos depende de outros tópicos como: (drenagem, temperatura, terra, entre outros), tornando difícil administrar as regas, porém é possível chegar em numa média, de acordo com os períodos do ano.

No verão, as espécies com mais de três anos devem ser regadas a cada 5 ou 6 dias; já os minicactos a cada 4 dias.
No inverno, os cactos mais velhos devem receber água a cada 12 dias e os jovens a cada 8 dias.
Toda a terra ao redor deverá ser molhada, porém, não encharcada.
Permita que a água seja absorvida antes de adicionar mais água.

 

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Bolbos

por Muito Mais, em 15.01.10

QUANDO PLANTAR?
Para o bolbo florescer na Primavera devem ser plantados de Setembro a Dezembro.
Se o objectivo é obter uma floração intercalada devem ser plantados em alturas diferentes. Um mês de intervalo entre plantações faz com que floresçam com um intervalo de 5 dias.
Os bolbos não devem ser plantados quando os solos estiverem muito húmidos ou quando a temperatura for muito baixa.

ONDE PLANTAR?
Local com sol ou com pouca sombra.
Preferir solos bem drenados e soltos com bom escoamento de água.

COMO PLANTAR?
Um bolbo planta-se a uma profundidade 2 vezes superior ao seu diâmetro. Se o bolbo tem 4 cm de diâmetro deve ser plantado a uma profundidade de pelo menos 8 cm.
A distância entre bolbos varia entre os 10 e os 20 cm dependendo do tamanho da planta. Costumam ser plantados em grupos.
Podem ser plantados debaixo de árvores, sob heras através das quais crescerão, em canteiros misturados com outras flores de Inverno, em vasos ou floreiras.

REGA E FERTILIZAÇÃO
As necessidades de água e de adubação são maiores antes da floração porque é a altura em que têm de acumular mais reservas para a altura da floração.
A rega regular ajuda ao enraizamento e ao desenvolvimento da planta.
O adubo pode aplicar-se com a água da rega ou sob a forma de adubo de libertação lenta.

OUTROS CUIDADOS
Não usar herbicidas. Para impedir o crescimento de ervas daninhas coloque casca de pinheiro sobre a terra.
Durante a floração convém ir cortando as flores à medida que estas vão murchando.

RECUPERAÇÃO E CONSERVAÇÃO DOS BOLBOS
Uma vez que a totalidade das flores tenha murchado corta-se a planta ao nível do solo e desenterram-se os bolbos.
Deixam-se secar os bolbos 1 ou 2 dias ao ar livre, retiram-se as folhas secas sobrantes e guardam-se em lugar seco, fresco e escuro atá à sua plantação no ano seguinte.

ALTERNATIVA
Os bolbos podem ser cultivados como flores anuais sendo recolhidos e replantados todos os anos ou, no caso dos bolbos mais resistentes, serem tratados como plantas vivazes e ser deixados plantados de ano para ano, conservando a capacidade de voltarem a crescer e florir na devida altura. Neste caso não devem ser arrancadas as folhas secas porque vão gerar reservas para o ano seguinte.

 

Créditos:  mania das plantas

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Plantas na decoração de interiores

por Muito Mais, em 20.08.09

Uma vez que o ar no interior das casas a aprtamentos não é muito saudável-já que somos atingidos por inúmeras substâncias químicas provocados pela existência de carpetes, pinturas, móveis, aparelhos eletrónicos-a introdução de plantas nesses espaços irá ajudar a melhorar a qualidade do ar.  Para além de que a jardinagem e o próprio contemplar a beleza das plantas são actividades relaxantes que aliviam o stress da vida urbana.

 

Dieffenbachia: É uma grande planta com o caule espesso que cresce muito. As folhas largas também têm as cores brancas e amarelo. Esta planta necessita de estar protegida, e nada melhor que a pôr ao pé duma janela virada para Oeste. Requer a rega apenas quando está seca.


Dracena: Esta planta de caule espesso produz folhas largas verdes, que crescem para cima e depois para baixo. Esta planta se parece a uma planta de milho. Qualquer iluminação serve, os únicos cuidados a ter é regar.

 

Ficus lyrata: Esta planta de caule intrincado produz folhas grandes brilhantes em forma de violino. Não tenhas medo de cortar esta árvore de interior antes que te chegue ao tecto. Qualquer iluminação serve. Rega-a apenas quando ela está quase seca.

 

Filodendros de folha em forma de coração: Esta planta produz folhas verdes escuras em forma de coração. O filodendro adapta-se a todas as iluminações excepto à exposição directa com o sol e requer que seja regada ocasionalmente, mas também apenas quando está quase seca. Podemos fazer os caules subirem com a ajuda dum suporte.

 

Línguas de tigre: Esta planta produz folhas largas e pontiagudas muito erguidas de tons d cinzento ou amarelo. Estas saem directamente do solo quando a terra está muito seca, porque é uma planta originária dos países áridos.

 

Sugestão: Tempere a água antes de regar.  Suas plantas de interior vão agradecer-lhe!
À noite ou nos dias de muito frio, quando abre a torneira e coloca as mãos debaixo do jorro de água, nos primeiros segundos esta queimará devido à baixa temperatura a que se encontra. Para que as suas espécies não sofram um colapso ao regar, deixe a água no regador durante algumas horas até esta alcançar a temperatura ambiente ou misture com água quente. Só depois deverá regar.

 

    

 

Inforamação retirada dos sites: Casa Decoração, I-Decoração

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Flores Naturais (em vasos)

por Muito Mais, em 01.05.09

  • Molhe sempre que a terra começar a ficar seca
  • Para molhar, mergulhe o vaso em água limpa (evite molhar as folhas) e deixe escorrer o excesso de água
  • Não deixe água no prato
  • Retire as flores e folhas secas delicadamente

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CACTOS

por Muito Mais, em 28.03.09

 

      Cactos Mistura - JARDICENTRO LOJA ONLINE

Os cactos necessitam de sol e odeiam umidade. Conhecendo isso, já se sabe o mais importante sobre essas plantas de formas e tamanhos tão diferentes (variam de 2cm a 15cm de altura), pertencentes à família das Cactaceae, originária da América do Norte. O nome deriva do grego Káktos, que significa planta espinhuda - afinal, essa espécie é cheia de espinhos e pêlos em seus caules carnudos e cheios de água.
Apesar do habitat original desértico, os cactos vão bem em climas amenos, e deve ser plantado em solo árido, uma mistura de areia e terra, e em local com luz direta e pouca água.
Como algumas espécies menores podem não se adaptar ao solo para onde forem transplantadas, é melhor plantá-las no jardim mantendo-as dentro dos vasinhos em que estiverem, especialmente se forem cactos enxertados.
A montagem do jardim de cactos deve seguir o roteiro abaixo:
• preparação do local - escolher um canto com pequeno declive. Se não houver, pode-se amontoar algumas pedras ou formar montinhos de terra, para drenar bem a água. O solo ideal é obtido com a mistura de partes iguais de areia, terra local e adubo orgânico (humus de minhoca, torta de mamona ou esterco animal). Revolver bem o solo tratado, cobri-lo com plástico e deixá-lo curtir por trinta dias. Observar que a camada tratada tenha pelo menos 50cm de profundidade.

• plantio das mudas - a melhor época é entre o fim do outono e o início da primavera, quando as chuvas diminuem. Começar pelo fundo do jardim, plantando as mudas maiores, depois passar para as de porte médio e, finalmente, as menores. As covas defem ter o tamanho que abrigue as raízes.
• cuidados finais - colocar seixos rolados, pedriscos ou uma camada de areia ao redor das plantas - além de fazerem o acabamento, esses materiais protegem os caules. As regas, no primeiro mês, devem ser feitas duas vezes por semana; depois disso, só quando a ausência de chuva for longa.

Fonte: Revista Arquitetura & Construção - jun/97.

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Criação de Musgo para decoração de bonsai

por Muito Mais, em 24.02.09

Musgo receita 1

Preparação

  1. Recolha um punhado de musgo e retire a maior parte de terra possível.
  2. Coloque algumas lajotas de cerâmica dentro de um local com água e deixe por um dia para que fiquem totalmente úmidas.
  3. Prepare em um local com sombra uma(s) bandeja(s) com um pouco de água onde serão colocadas as lajotas.
  4. Coloque o musgo dentro de um liquidificador e acrescente meia colher de sobremesa de açucar.
  5. Acrescente um pouco de água e bata. Se ainda estiver muito pesado, coloque mais um pouco de água até que forme uma pasta verde.
  6. Sobre as lajotas coloque uma tela como as de mosquiteiro. A tela deve estar úmida e ficar bem estendida.
  7. Com pincel ou espátula passe a pasta de musgo sobre a lajota.
  8. Mantenha sempre a umidade na(s) bandeja(s) com a(s) lajota(s).
  9. Fertilize com frequência.

Agora é esperar. Fique atento as lajotas pois elas absorvem bastante água. Com o tempo o musgo irá se desenvolver e poderá ser usado levantando-se a tela e cortando-se a quantidade necessária, não é preciso tirar a tela. Com o tempo ela apodrecerá.


Esta informação foi retirada do informativo trimestral (Jan/Fev/Março-98) da FELAB - Federação Latino-Americana de Bonsai.

 

Retirado do Site: http://www.bonsai.aveiro.co.pt/

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Jardins - Jardins em garrafas

por Muito Mais, em 14.02.09

Os garrafões e garrafas de vidro transparentes, de gargalo estreito e de diferentes tamanhos, são recipientes muito bonitos para alojar uma grande variedade de plantas que se dão bem em ambientes húmidos. Quando a abertura é estreita, tornam-se necessárias ferramentas especiais e uma certa habilidade manual. Para não sujar a superfície interior do vidro, todo o material de drenagem e a mistura para vasos devem ser introduzidos na garrafa através de um funil ou de um tubo de cartão. São ainda necessárias ferramentas especiais, delgadas e de cabo comprido, que podem ser compradas ou construídas, prendendo com arame os utensílios adequados a varetas finas, resistentes e flexíveis. Para preparar uma garrafa para plantas, cubra o fundo com uma camada de 2,5cm de espessura de material de drenagem constituído por alguns pedaços de carvão e pequenos seixos. Por cima deite outra camada, esta de 5 a 10cm de espessura de mistura própria, neste caso contendo bastante areia para facilitar a drenagem e não estimular o crescimento das plantas. Duas partes de terra, duas partes de areia grossa e uma parte de terriço ou turfa formarão uma combinação apropriada para a maioria das plantas. Por razões óbvias, escolha plantas pequenas, de crescimento lento, e em seguida planeie a sua disposição antes de as colocar na garrafa.

O melhor processo consiste em começar por plantar junto ao vidro, avançando em seguida para o centro. Antes de introduzir as plantas na garrafa, retire das raízes toda a terra que puder e apare-as, se necessário. Uma vez plantados todos os espécimes, pode deixar cair seixos ou pedacinhos de vidro ou madeira sobre a superfície da mistura, a fim de obter um melhor efeito decorativo. Regue as plantas por aspersão com um pulverizador (atenção à rega - a terra deve ficar húmida e não encharcada). Rolhe a garrafa e coloque-a num local onde receba luz (mas não demasiado intensa). Exceptuando a necessidade de ocasionalmente ventilar e podar, o arranjo não exige quaisquer outros cuidados durante muitos meses.

 

Como cortar garrafas

Como muitas pessoas me têm perguntado se existe algum método "caseiro" de como cortar garrafas ou mesmo garrafões, aqui vai uma sugestão, que eu já experimentei e que resultou :

Materiais : uma garrafa ou garrafão, óleo queimado, um pedaço de ferro.

O óleo queimado, podem arranjá-lo numa estação de serviço, onde se muda o óleo dos automóveis. O ferro, em qualquer prédio em construção. Serve um pedaço de ferro de mais ou menos 50cm e que é usado no cimento armado.

Encher a garrafa com o óleo até à altura em que se pretende cortar. Entretanto, coloquem o ferro sobre a chama do fogão a gás para aquecê-lo ao rubro. Quando estiver em brasa, introduzir o ferro no óleo. A garrafa partir-se-à de imediato. Se não resultar à primeira tentativa, repitam a operação.

Não esquecer de limpar bem o interior da garrafa com um bom dissolvente, para não ficarem vestígios do óleo. E devem limar as arestas com uma lixa grossa ou uma lima fina, para evitar possíveis cortes.

E boa sorte!!!

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Fevereiro é um excelente mês para começar a tratar das flores que vão enfeitar as suas paredes este Verão. Mas há mais a fazer

Plante trepadeiras

http://www.fazendacitra.com.br/dierberger/images/stories/plantas/trepadeiras/Mucuna-bennettii.jpg


Semeie no solo, protegidas com coberturas, as espécies anuais de grande desenvolvimento e trepadeiras.

Regue as vivazes
Nas zonas quente, regue as vivazes que plantou antes do Inverno e não tenham tido tempo de completar o enraizamento. Regue nas horas mais quentes e com água tépida.

Adube depois da poda
Depois de cortar o material seco e murcho nas vivazes e outras plantas do rock garden e dos maciços, e as dividir se estiverem apertadas ou velhas, junte terra vegetal ou turfa para renovar os nutrientes.

Pode as suas rosas
Depois dos frios intensos, retoque as rosas para retirar o material estragado ou demasiado crescido. Reduza em um terço o que cortar.

Trate o solo
Desinfecte o solo com insecticida e fungicida de largo espectro com o objectivo de o preparar para receber novas plantas e sementes.

Aplique estrume nos solos baldios
Restitua o nível de matéria orgânica, enterrando bastante estrume. Depois, pode plantar. Esta é uma boa altura para executar esta tarefa.

 


A glicínia é uma trepadeira indicada para o plantio em pérgulas

 

Retirado do site: Mulher

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Plantas de interiores - Condições adequadas

por Muito Mais, em 09.02.09

Luz

Ao considerar a quantidade de luz necessária às várias plantas, distinguimos: luz plena, luz sombreada, sombra e muita sombra.

Luz plena significa que uma planta prefere a luz direta de uma janela.

Luz sombreada pode ser criada na mesma janela - fechando-se, por exemplo, parcialmente a persiana - mas uma janela que recebe luz plena somente até as dez da manhã, pode ter a mesma iluminação.

Sombra se aplica a uma posição de cerca de 1 a 2 metros de distância de uma janela.

Muita sombra refere-se a posições que recebem bem pouca luz solar, por exemplo, a uma distância de vários metros da janela. Apenas as plantas mais resistentes e adaptadas sobrevivem com tão pouca luz.

Obs:. A melhor proteção contra a luz solar excessiva pode ser feita por meio de persianas metálicas, mas uma cortina de trama fina pode servir. O amarelecimento da folhagem pode ser um sinal de insolação excessiva.

Temperatura

Quase todas as plantas se desenvolverão bem numa sala a uma temperatura de 20oC. Os cômodos com janelas envidraçadas são um pouco mais frescos, e muitas plantas se beneficiam com isso.

As plantas grandes em geral preferem condições mais frias e crescem melhor num hall, num corredor, num quarto pouco aquecido ou em algum lugar semelhante.

No inverno muitas plantas passam por um período de repouso no qual os requisitos de temperatura e luz - e conseqüentemente umidade - são menores. Quando uma planta percisa de um período de repouso, é aconselhável a temperatura mínima de inverno.

Água

O teor de umidade da terra do vaso é talvez mais importante que qualquer outra coisa, mesmo a temperatura adequada. As plantas colocadas em vasos pequenos, especialmente, podem ficar muito secas ou muito húmidas, e nos dias de sol talvez seja necessário aguar três ou quatro vezes ao dia, principalmente se os vasos forem de cerâmica. Vasos de plástico não permitem a evaporação, conservando assim, de certo modo, o nível de umidade do solo.

Freqüentemente regam-se demais as plantas. Isso não é grave quando o vaso tem boa drenagem, tem orifícios e é colocado num pires, mas, nos recipientes ornamentais, especialmente nos cilindros de plástico modernos, pode ser desastroso.

Planta seca: é suficiente pingar algumas gotas de água bem na parte central do vaso periodicamente.

Planta moderadamente húmida: significa que o solo deve estar quase inteiramente seco antes da nova rega.

Planta constantemente úmida: significa uma terra que sempre se apresenta úmida quando tocada com o dedo.

Planta molhada: significa que a água aparece quando se pressiona a terra com o dedo.

Se uma planta mantém-se mais seca do que o necessário, as folhas se enrolam e eventualmente caem, ao passo que, se a terra está demasiadamente encharcada , o crescimento é prejudicado, as folhas permanecem pequenas e o solo se cobre por um fino musgo verde.

 

Retrado do Site: http://www.dicasdejardinagem.com.br/

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