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Cultivar temperos em vasos

por Muito Mais, em 04.02.10

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Bolbos

por Muito Mais, em 15.01.10

QUANDO PLANTAR?
Para o bolbo florescer na Primavera devem ser plantados de Setembro a Dezembro.
Se o objectivo é obter uma floração intercalada devem ser plantados em alturas diferentes. Um mês de intervalo entre plantações faz com que floresçam com um intervalo de 5 dias.
Os bolbos não devem ser plantados quando os solos estiverem muito húmidos ou quando a temperatura for muito baixa.

ONDE PLANTAR?
Local com sol ou com pouca sombra.
Preferir solos bem drenados e soltos com bom escoamento de água.

COMO PLANTAR?
Um bolbo planta-se a uma profundidade 2 vezes superior ao seu diâmetro. Se o bolbo tem 4 cm de diâmetro deve ser plantado a uma profundidade de pelo menos 8 cm.
A distância entre bolbos varia entre os 10 e os 20 cm dependendo do tamanho da planta. Costumam ser plantados em grupos.
Podem ser plantados debaixo de árvores, sob heras através das quais crescerão, em canteiros misturados com outras flores de Inverno, em vasos ou floreiras.

REGA E FERTILIZAÇÃO
As necessidades de água e de adubação são maiores antes da floração porque é a altura em que têm de acumular mais reservas para a altura da floração.
A rega regular ajuda ao enraizamento e ao desenvolvimento da planta.
O adubo pode aplicar-se com a água da rega ou sob a forma de adubo de libertação lenta.

OUTROS CUIDADOS
Não usar herbicidas. Para impedir o crescimento de ervas daninhas coloque casca de pinheiro sobre a terra.
Durante a floração convém ir cortando as flores à medida que estas vão murchando.

RECUPERAÇÃO E CONSERVAÇÃO DOS BOLBOS
Uma vez que a totalidade das flores tenha murchado corta-se a planta ao nível do solo e desenterram-se os bolbos.
Deixam-se secar os bolbos 1 ou 2 dias ao ar livre, retiram-se as folhas secas sobrantes e guardam-se em lugar seco, fresco e escuro atá à sua plantação no ano seguinte.

ALTERNATIVA
Os bolbos podem ser cultivados como flores anuais sendo recolhidos e replantados todos os anos ou, no caso dos bolbos mais resistentes, serem tratados como plantas vivazes e ser deixados plantados de ano para ano, conservando a capacidade de voltarem a crescer e florir na devida altura. Neste caso não devem ser arrancadas as folhas secas porque vão gerar reservas para o ano seguinte.

 

Créditos:  mania das plantas

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Jardim Aromático

por Muito Mais, em 03.12.09

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Jardim Aromático 



Alecrim

Diversas ervas aromáticas podem compôr um jardim útil e perfumado. Plantar ervas aromáticas podem trazer outros benefícios, além de aproveitar suas propriedades como temperos ou medicinais.

As ervas aromáticas oferecem as mais variadas formas e ainda produzem flores delicadas e bonitas. Muitas ervas aromáticas são de pequeno porte e tão fáceis de cultivar que podem ser plantadas até em pequenos vasos ou jardineiras, formando um belo conjunto ornamental.

Alecrim, alfavaca, camomila, cerefólio, melissa, erva-doce, hortelã, manjericão, sálvia ... são apenas alguns exemplos. Algumas ervas preferem crescer em local aberto e ensolarado, enquanto outras conseguem crescer bem até à meia-sombra. Por essa razão, é importante conhecer bem as exigências de cada uma delas.

Solo...

Tanto no jardim como em vasos, o solo ideal para o plantio de ervas aromticas deve ser leve, fofo, poroso, bem drenado e arejado, para favorecer a circulação do ar e da água - essenciais para o bom desenvolvimento das plantas. A adição de areia e matéria orgânica à terra comum do jardim, torna-se essencial para garantir essas condições. Para o plantio em vasos e jardineiras, recomenda-se a seguinte mistura:

1/3 de terra comum 
1/3 de adubo orgânico bem curtido 
1/3 de areia grossa lavada

Antes de encher o vaso ou jardineira com esta mistura, coloque no fundo uma camada de cascalho para garantir a drenagem.

Plantio...

Algumas ervas podem ser semeadas diretamente no local definitivo, outras devem ser semeadas em sementeiras, para a formação de mudas que serão transplantadas posteriormente. Na etapa do plantio, é importante escolher sementes de boa qualidade, com alto poder germinativo. Por essa razão, o ideal é adquirir as sementes em lojas especializadas.

Multiplicação...

Algumas ervas aromáticas podem ser multiplicadas por meio de estacas de caule ou divisão de touceira. Neste caso, observe sempre que a planta-mãe (da qual serão retiradas as estacas ou touceiras) deve ser sadia, robusta e livre de pragas ou doenças.

Regas...

Mudas de ervas aromáticas devem ser cuidadosamente regadas no início de seu desenvolvimento. De forma geral, deve-se evitar as regas escassas e as muito freqüentes. É prefer¡vel fazer regas fartas e esparsas, escolhendo o período da manhã ou o final da tarde para realizá-las. A drenagem é outro fator importante: terra encharcada pode ser fatal para as ervas.

Adubação...

A adubação orgânica é a mais indicada para este tipo de cultivo. Bem curtido, o composto orgânico fornece os nutrientes necessários às plantas e ainda melhora as condiçõees gerais do solo. O composto orgânico deve ser incorporado à terra cerca de um mês antes do plantio. Já a adubação química (à base de nitrogênio, fósforo e potássio - NPK) pode ser uma boa opção como complemento e manutenção. Neste caso, recomenda-se observar as exigências de cada planta e aplicar o produto seguindo rigorosamente as orientações do fabricante

Pragas e doenças...

Em geral, as ervas aromáticas são muito resistentes ao ataque de pragas e doenças, sendo que algumas são até boas repelentes de insetos. Entretanto, certas medidas são fundamentais na prevenção destes problemas:

* Usar sementes ou mudas de boa procedência; 
* Obedecer às exigências das plantas, garantindo-lhes os tratos culturais adequados; 
* Observar as condições de luminosidade e umidade essenciais para o bom desenvolvimento das plantas.

Pequenos insetos podem ser combatidos com a tradicional calda de fumo e lagartas podem ser catadas manualmente, facilmente atraídas com cascas de chuchu ou abóbora espalhadas à noite pelo canteiro ou perto das jardineiras. A calda bordalesa pode ser aplicada como medida preventiva contra o ataque de doenças.

Manter as plantas livres de folhas ou galhos secos, eliminar plantas daninhas ou concorrentes e afofar a terra periodicamente são tratos culturais simples, mas necessários para o sucesso no cultivo de ervas aromáticas.

Plantas para um jardim aromático:

Alecrim (Rosmarinus officinalis L.) - Planta pertencente à fam¡lia das Labiadas, muito fácil de ser cultivada em canteiros e vasos. O plantio por meio de sementes é muito demorado, por isso recomenda-se a multiplicação por mudas ou estacas de galho (medindo cerca de 15 a 20 cm). O alecrim se desenvolve bem em solos leves e bem drenados, mas o essencial para o seu desenvolvimento é receber sol direto em boa parte do dia. As regas devem ser escassas, sem encharcamento e, para garantir sua floração, recomenda-se abrigar a planta contra ventos fortes. A colheita dos ramos mais novos favorece a rebrota.
Dica para secagem: amarrar pequenos maços de alecrim e pendurar com ramos para baixo, em local sombreado e arejado.

Alfavaca (Ocimum basilicum L.) - Também pertencente à família das Labiadas, é uma planta de odor agradável que produz ponteiros floridos e muito ornamentais. Seu cultivo é muito simples em canteiros, vasos e jardineiras porém, é essencial que a planta receba luz solar direta na maior parte do dia. A propagação pode ser feita por meio de sementes ou mudas com boas raízes. A mistura de solo ideal para o plantio é composta de 2/3 de terra comum e 1/3 de adubo orgânico. Quanto às regas, devem ser freqüentes sem, contudo, deixar a terra encharcada, pois o excesso de umidade irá favorecer a proliferação de fungos. 
Dica de secagem: a alfavaca costuma perder parte de seu aroma depois de seca. Quando a finalidade for a secagem, o ideal é colher os ramos duas a três semanas antes da floração, amarrar em pequenos maços e pendurar com as folhas para baixo em local arejado e com pouca luminosidade.

Camomila (Matricaria chamomilla L.) Planta da família das Compostas, produz flores pequenas e delicadas, responsáveis pelas propriedades medicinais e aromáticas. Seu cultivo é mais indicado em vasos ou jardineiras colocados em local onde recebam muito sol direto. O solo deve ser fofo, poroso e com boa drenagem, sem excesso de adubação. Sua propagação se dá por meio de sementes ou estacas de galho (neste caso, o melhor período é a primavera). Durante as regas, recomenda-se cuidado para não encharcar demais a terra junto às raízes. As flores para secagem devem ser colhidas antes de se abrirem por completo, em dia de sol e tempo seco. 
Dica para secagem: Colocar os galhos floridos estendidos sobre um tecido de trama larga e deixar à sombra, em local arejado e fresco.

Melissa (Melissa officinalis L.) Pertencente à fam¡lia das Labiadas, a melissa apresenta propriedades aromáticas tanto nas sumidades floridas como nas folhas. Trata-se de uma planta perene cujas flores delicadas além de atraírem as abelhas ainda têm função ornamental. Seu plantio pode ser feito por meio de sementes, divisão de touceiras ou estaquia. A melissa necessita de muita luz solar, mas tolera bem locais parcialmente sombreados durante parte do dia. Solos profundos e ricos e matéria orgânica são os ideais para o seu cultivo. A colheita da melissa deve ser feita em dias secos. Como se trata de uma planta que possui tecidos frágeis, recomenda-se manipulá-la o menos possível. 
Dica de secagem: O processo de secagem pode ser o mesmo indicado para a camomila.

Hortelã (Mentha piperita L.) Outra representante da família das Labiadas. A hortelã apresenta aroma muito característico, resultado da concentração de sua essência - o mentol. O cultivo em jardins, vasos e jardineiras é muito simples e a propagação é feita por meio de mudas e estacas de galho, uma vez que a planta não produz sementes. A adubação do solo deve ser fraca, para que a planta não se desenvolva muito, prejudicando a concentração da essência. Outro cuidado: as mudas devem ser protegidas contra o excesso de sol, que pode queimar as folhas. Os ramos frescos de hortelã mantém seu aroma mais intenso, mas a planta pode ser submetida à secagem. 
Dica de secagem: Pendurar os galhos de hortelã com as folhas para baixo, em local sombreado, fresco e arejado.

Sálvia (Salvia officinalis L.) A sálvia também pertence à fam¡lia das Labiadas e é utilizada como erva aromática e medicinal há séculos. Existem variedades de sálvia com folhas largas e outras variedades com folhas estreitas, sendo que as de folhas largas são as mais aromáticas. As flores da sálvia, conforme a variedade, podem ser azuladas, violetas, rosadas ou brancas. A multiplicação se dá por meio de sementes ou estacas de galho. É possível melhores resultados no plantio em vasos do que em canteiros, quando o local é bem ensolarado. A planta adulta pede regas esparsas, sem encharcamento. A erva fresca mantém maior concentração do seu aroma. 
Dicas de secagem: Os ramos, floridos ou não, devem ser pendurados com as folhas para baixo, em local seco, arejado e à sombra. Para conservar os ramos secos, guardar em recipientes fechados.

 

Créditos:  Jardim de Flores

 

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Jardim Aromático

por Muito Mais, em 22.08.09

A localização no jardim

Regra geral, as ervas aromáticos necessitam de um solo solto e poroso, ou seja, prosperam mais em terra seca e aberta do que em terra pesada e húmida. Para assegurar estas condições de crescimento, escolha uma zona do jardim que receba muito sol e, se for necessário potenciar as características do solo, basta juntar-lhe areia para tornar a terra mais solta. Os canteiros reservados a um jardim aromático podem ser circulares, quadrados, em caracol ou espiral, com ou sem intersecções. Se preferir uma estrutura mais organizada, pode dividir o jardim aromático com pedras/tijolos (a vantagem destas é que acumulam o calor do sol, potenciando o desenvolvimento das ervas) ou estacas, mas também pode fazer uma plantação livre e completamente natural. Por fim, quanto mais perto de casa ou da porta da cozinha melhor – para aproveitar todos os ingredientes frescos que tem à disposição.

 Vasos e floreiras

A facilidade com que crescem a maioria das ervas aromáticas permite que estas possam ser igualmente plantadas em vasos e floreiras que descansam no peitoril da janela da cozinha ou penduradas numa varanda. O facto de não necessitarem de muito espaço para florescerem significa que mesmo num pequeno apartamento é perfeitamente plausível desfrutar de um jardim aromático. Se possível, opte por vasos em terracota, no entanto, as floreiras ou vasos em plástico são igualmente adequados. Certifique-se que o tamanho dos vasos são apropriados ao tipo e quantidade de erva aromática a semear e junte sempre à terra normal, areia ou argila em partes iguais, para torná-la mais solta e permeável. Coloque os seus vasos no local mais solarengo da varanda, terraço ou janela e observe o seu crescimento rápido e bonito.

Variar para saborear

Na hora de plantar um jardim aromático, importa escolher ervas que aprecie particularmente e que habitualmente utiliza na cozinha. Quanto mais espaço de jardim tiver, mais espécies pode plantar; no entanto, se vai optar por um “jardim envasado”, a variedade pode mesmo assim ser muita: 6 vasos permitem 6 tipos de ervas aromáticas distintas, por exemplo. Existem ainda várias espécies que, quando plantadas em conjunto, florescem lindamente, por isso, veja que tipo de misturas pode fazer para duplicar o jardim aromático, tornando-o, em simultâneo, visualmente atractivo.

Semear e cuidar

Seja em jardim ou vaso, não há nada mais simples do que semear ervas aromáticas: basta espalhar as sementes no solo arenoso e verificar, poucas semanas depois, o florescimento das plantas. Se pegarem à primeira – que é, por norma, o caso – as colheitas sucedem-se e terá sempre um jardim aromático em flor, com ervas frescas prontas a ser utilizadas. Como em tudo na jardinagem, existem algumas espécies que requerem cuidados específicos ou que se cultivam melhor quando plantadas em conjunto com outras ervas, por isso, informe-se aquando da compra. Casos especiais à parte, depois da sua plantação, um jardim aromático necessita apenas de ser regado periodicamente, especialmente quando o tempo se apresentar mais quente e seco. Para assegurar um jardim aromático que floresce todo o ano, saiba que existem muitas ervas que suportam os meses de Inverno, enquanto outras necessitam apenas de serem envasadas e colocadas no interior ou em janelas solarengas para continuarem a dar os seus frutos, mesmo nas alturas mais frias do ano.

 Colher e saborear

A maioria das ervas aromáticas ostenta o seu melhor sabor antes de florescerem, por isso, esteja atento – uma vez em flor, as folhagens mais antigas comecem a desvanecer e as novas surgem mais pequenas e azedas. Quanto mais as utilizar e colher, maior é o incentivo para o jardim aromático continuar a crescer e a desenvolver. Se alguma planta florescer rapidamente, pode cortar cerca de um terço da mesma para voltar a estimular a produção, fazendo questão de recorrer às folhas mais vezes. São os óleos presentes nas ervas os principais responsáveis pelo aroma e sabor deste tipo de planta; e a concentração desses óleos é mais elevada de manhã, por isso, é esta a melhor altura do dia para as colher. Com recurso a uma faca, tesoura ou mesmo com as mãos, colha os seus frutos aromáticos a meio da manhã – depois de o orvalho secar nas folhas e antes de ficarem murchas devido ao sol – e lave-os gentilmente em água fria antes de utilizar.

 

Retirado do Site : O Meu Jardim

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Flores Naturais (em vasos)

por Muito Mais, em 01.05.09

  • Molhe sempre que a terra começar a ficar seca
  • Para molhar, mergulhe o vaso em água limpa (evite molhar as folhas) e deixe escorrer o excesso de água
  • Não deixe água no prato
  • Retire as flores e folhas secas delicadamente

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Adubos Feitos Em Casa para Bonsai

por Muito Mais, em 27.03.09
Composto Simples 1

20% de farinha de osso e 80% de torta de mamona


Composto Simples 2
MATERIAL
  • Torta de mamona
  • Farinha de osso

É preparado com partes iguais - 1 de torta e 1 de Farinha osso


USO

2 colheres de chá para vaso pequeno ( 6x9 cm )


3 colheres de chá para vaso grande ( 20x30 cm )


Calda de estêrco de vaca

Necessariamente um estêrco bem curtido. Deixar uma semana fermentando em uma lata ou tambor com água, sendo de 1/3 até metade do recepiente com estêrco.



Adubos Liquidos


FERTILIZANTES Liquido
MATERIAL
-Fórmula 1 - Árvores Frutíferas
  • Base - 1 litro de água
  • 10% de torta de soja ou de mamona ou de grãos de colza. Prefiro a colza
  • 15% de farinha de osso
  • 05% de cinza de madeira ( se a árvore é de PH alcalino ) Substitua a cinza por enxôfre em pó, flor de enxôfre, se a árvore é de PH ácido.
  • 5 grs de pó de folha de tabaco ou, o conteúdo de tabaco de 5 cigarros.
-Fórmula 2 - Demais Árvores
  • Base - 1 litro de água
  • 10% de torta de soja ou de mamona ou de grãos de colza. Prefiro a colza
  • 05% de farinha de osso
  • 05% de cinza de madeira ( se a árvore é de PH alcalino ) Substitua a cinza por enxôfre em pó, flor de enxôfre, se a árvore é de PH ácido.
  • 5 grs de pó de folha de tabaco ou, o conteúdo de tabaco de 5 cigarros.
PREPARAÇÃO

Deixe fermentar por um mês, recolha o líquido e jogue fora a parte sólida. Ao usar, faça uma solução de 1 parte do preparado para 10 partes de água, ou seja, uma solução de 10%. Regue apenas o solo do Bonsai.

 

Retirado do Site: http://www.bonsai.aveiro.co.pt/

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Janeiro
- Instalar estacas de folha de begônia-rex e violeta e estacas de galho de brinco-de-princesa, gerânio e roseira.
Florações: agapanto, alamanda, angélica, bela-emília, boca-de-leão, copo-de-leite, dália, magnólia branca, pau-de-tucano, pau-ferro, sálvia.

Fevereiro
- Fazer mudas de galhos.
Florações: esporinha, estrelítzia, lírio, margarida-branca, mil-folhas, paineira, quaresmeira.

Março

- Bom para enxertos em roseiras. Retirar da terra os bulbos de plantas que já secaram.
Florações: anêmona, capuchinha, castanha-de-macaco, manacá-da-serra, saudade, zínia.

Abril
- Fazer mudas de galho de comigo-ninguém-pode e dividir touceiras do clorofito.
Florações: acácia-mimosa, amor-agarradinho, brinco-de-princesa, ciclâmen, cravina, crisântemo, petúnia.

Maio
- Plantar bulbos e adubar vasos e canteiros: 10 gramas de adubo químico NPK 6-6-6 para cada metro quadrado. Adubar gramados com 20 gramas por metro quadrado com NPK 20-18-6.
Florações: açafate, bico-de-papagaio, camélia, flor-de-maio, prímula, zínia.

Junho
- Diminuir as regas e proteger as plantas das geadas.
Florações: azaléia, cipó-de-são-joão, eritrina, ipê-roxo, íris, orquídea-sapatinho.


Julho
- Proteger os caules com palha. Podar cercas-vivas, árvores e arbustos.
Florações: amor-perfeito, caliandra, cássia-mimosa, cerejeira ornamental, ipê-roxo, rododendro (tipo de azaléia), verbena, quaresmeira.


Agosto
- Podar os gramados e cobri-los com uma camada de 1 centímetro da seguinte mistura: 4 partes de terra vegetal preta, 3 de areia grossa e 3 de esterco de curral bem curtido. Planejar as plantas que serão cultivadas na primavera.
Florações: abutilon, azaléia, bauínia, buquê-de-noiva, glicínia, jasmim, manacá-da-serra.

Setembro
- Transplantar vasos e adubar canteiros. Adube também os gramados (mesma dosagem indicada para maio).
Florações: calceolária, campânula, esprinha, gardênia, grevilha arbustiva, ipê-amarelo, miosótis, quaresmeira-roxa.

Outubro
- Planeje o jardim com espécies que florescem no verão. Podar um pouco as azaléias e limpar galhos secos.
Florações: agapanto, anêmona, antúrio, cineraria, gerânio, guapuvuru, margarida.

Novembro
- Transplantar vasos e canteiros.
Florações: agerato, amor-perfeito, clínia, flamboyant, jacarandá-mimoso, petúnia, sálvia.


Dezembro
- Elimine galhos secos e adube gramados com adubo químico (dosagem indicada para maio).
Florações: cravo, gladíolo, hortênsia, jasmim-manga, magnólia amarela, rosa, quaresmeira. fonte:www.bateprego.com

 

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Jardins - Jardins de inverno

por Muito Mais, em 11.02.09

Os jardins de Inverno actuais, quando existem, são fundamentalmente prolongamentos da parte principal da casa, cheios de verdura, soalheiros e mobilados de forma despretensiosa. O jardim de Inverno ideal deve comunicar com a sala de estar e, tendo embora muitas plantas, ser suficientemente amplo para acomodar cadeiras confortáveis. Para facilitar as tarefas de jardinagem, deve existir uma torneira num dos cantos da divisão. O pavimento ( uma vez que se trata de um jardim de Inverno ideal ) é de ladrilhos, dos quais é fácil remover a sujidade e a água. O telhado, de vidro transparente, é inclinado para evitar a acumulação da água da chuva, das folhas mortas ou mesmo da neve. Há ainda janelas a toda a volta providas de cortinas ou persianas fáceis de correr. Pela sua natureza, um jardim de Inverno recebe mais claridade do que o normal das divisões, pelo que a gama de plantas que aí se podem cultivar torna-se muito mais vasta. Aqui dar-se-ão bem plantas como buganvílias, grevíleas, hóias, jacarandás e numerosas orquídeas. Se a estrutura que suporta o telhado for constituída por traves resistentes, poderá suspender cestos ou vasos com fetos, begónias e fúcsias em flor. Videiras e outras plantas trepadeiras poderão ainda ser orientadas para crescerem pelas paredes e ao longo do tecto. Ao nível do solo ficam bem canteiros do tipo habitualmente utilizado em estufas.

 

 

Retirado do Site:http://plantasdeinterior.com.sapo.pt/

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Arranjos

por Muito Mais, em 10.02.09

 

Se algumas plantas de folhagem são mais atraentes quando dispostas isoladamente, muitas há que não só ficam melhor como crescem melhor em grupo. Pode criar-se uma viçosa comunidade de plantas agrupando em floreiras uma série de pequenos vasos no parapeito de uma janela, ou, no caso de plantas maiores, no chão. Alguns dos arranjos mais belos são constituídos por plantas reunidas num único recipiente.

 

As possibilidades de se conseguirem arranjos atraentes com plantas compatíveis são ilimitadas. É apenas essencial que as necessidades dessas plantas sejam semelhantes. Um grupo harmonioso pode ser constituído por plantas aparentadas, como, por exemplo, diferentes tipos de cactos ou de bromeliáceas, ou plantas cujas cores, formas e texturas se harmonizem ou contrastem. Experimente realçar a riqueza do colorido de certas folhas recorrendo a folhas verdes simples, ou colocar uma planta verde no meio de folhagem exuberantemente variegada a fim de obter um contraste repousante.

 

Tomando por bases diferentes texturas, podem conseguir-se arranjos mais artísticos. A combinação de folhas lanuginosas e rugosas com folhas lisas e brilhantes produz com frequência um belo efeito.

 

É no entanto conveniente evitar, de um modo geral, demasiados contrastes num mesmo arranjo. Além disso, não utilize vasos e floreiras demasiado extravagantes ou decorativos, que poderão ofuscar a beleza natural das plantas.

 

Uma maneira muito generalizada de compor um arranjo de plantas é baseá-lo numa forma. Esta pode ser redonda, triangular ou rectangular, desenvolver-se na vertical ou na horizontal, etc. Além disso, seja qual for a forma, esta pode ser ainda acentuada por uma floreira ou vaso de formato adequado. No entanto, ao escolher as plantas certifique-se de que todas permitem obter a forma pretendida e exigem condições de cultivo idênticas.

 

Retirado do Site: http://plantasdeinterior.com.sapo.pt/

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Plantas de interiores - Condições adequadas

por Muito Mais, em 09.02.09

Luz

Ao considerar a quantidade de luz necessária às várias plantas, distinguimos: luz plena, luz sombreada, sombra e muita sombra.

Luz plena significa que uma planta prefere a luz direta de uma janela.

Luz sombreada pode ser criada na mesma janela - fechando-se, por exemplo, parcialmente a persiana - mas uma janela que recebe luz plena somente até as dez da manhã, pode ter a mesma iluminação.

Sombra se aplica a uma posição de cerca de 1 a 2 metros de distância de uma janela.

Muita sombra refere-se a posições que recebem bem pouca luz solar, por exemplo, a uma distância de vários metros da janela. Apenas as plantas mais resistentes e adaptadas sobrevivem com tão pouca luz.

Obs:. A melhor proteção contra a luz solar excessiva pode ser feita por meio de persianas metálicas, mas uma cortina de trama fina pode servir. O amarelecimento da folhagem pode ser um sinal de insolação excessiva.

Temperatura

Quase todas as plantas se desenvolverão bem numa sala a uma temperatura de 20oC. Os cômodos com janelas envidraçadas são um pouco mais frescos, e muitas plantas se beneficiam com isso.

As plantas grandes em geral preferem condições mais frias e crescem melhor num hall, num corredor, num quarto pouco aquecido ou em algum lugar semelhante.

No inverno muitas plantas passam por um período de repouso no qual os requisitos de temperatura e luz - e conseqüentemente umidade - são menores. Quando uma planta percisa de um período de repouso, é aconselhável a temperatura mínima de inverno.

Água

O teor de umidade da terra do vaso é talvez mais importante que qualquer outra coisa, mesmo a temperatura adequada. As plantas colocadas em vasos pequenos, especialmente, podem ficar muito secas ou muito húmidas, e nos dias de sol talvez seja necessário aguar três ou quatro vezes ao dia, principalmente se os vasos forem de cerâmica. Vasos de plástico não permitem a evaporação, conservando assim, de certo modo, o nível de umidade do solo.

Freqüentemente regam-se demais as plantas. Isso não é grave quando o vaso tem boa drenagem, tem orifícios e é colocado num pires, mas, nos recipientes ornamentais, especialmente nos cilindros de plástico modernos, pode ser desastroso.

Planta seca: é suficiente pingar algumas gotas de água bem na parte central do vaso periodicamente.

Planta moderadamente húmida: significa que o solo deve estar quase inteiramente seco antes da nova rega.

Planta constantemente úmida: significa uma terra que sempre se apresenta úmida quando tocada com o dedo.

Planta molhada: significa que a água aparece quando se pressiona a terra com o dedo.

Se uma planta mantém-se mais seca do que o necessário, as folhas se enrolam e eventualmente caem, ao passo que, se a terra está demasiadamente encharcada , o crescimento é prejudicado, as folhas permanecem pequenas e o solo se cobre por um fino musgo verde.

 

Retrado do Site: http://www.dicasdejardinagem.com.br/

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